

O Mestre
No cimo da colina, o Mestre contemplava os campos que mostravam todos os tons de verde. Os edifícios translúcidos que emergiam do tapete pulsavam com diferentes irradiações e sentia o que estava para além da visão. Um brilho que se entreouvia, irradiava de tudo. O momento era aquele. Suspendeu o tempo e tocou a sua Taça. Todo o vale ressoou. E o que se ouvia não saia da Taça mas era como se o Som estivesse latente em tudo e a Taça o tivesse activado. Como se houvesse um chama
















